"Sonho Realizado: Mais de 1.900 Novos Lares na Baixada Santista!"
- 29/04/2024
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O governo do estado de São Paulo revelou planos para a edificação de 1.900 novas unidades habitacionais pela Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano do Estado de São Paulo (CDHU), juntamente com a construção de 84 residências pelo Programa Vida Longa, na região da Baixada Santista, litoral paulista.
A CDHU distribuirá 100 unidades em Bertioga, 500 em Guarujá, 100 em Itanhaém, 80 em Mongaguá, 120 em Praia Grande, 500 em Santos e 500 em São Vicente.
Essas construções, anunciadas na última sexta-feira (26), serão alocadas aos beneficiários por meio de sorteio público conduzido por cada município. Os interessados devem aguardar a abertura das inscrições.
Itanhaém, Mongaguá e Praia Grande receberão conjuntos habitacionais do Programa Vida Longa, destinados a idosos em situação de vulnerabilidade social, em colaboração com as respectivas prefeituras. Cada conjunto terá 28 moradias.
As unidades são direcionadas a idosos com renda de até dois salários-mínimos, compostas por 28 m² de área útil, incluindo cozinha, sala de estar e dormitório conjugados, banheiro e área de serviço.
Os conjuntos habitacionais oferecem espaços comuns, como salão de convívio com refeitório e área de entretenimento, churrasqueira e forno à lenha, equipamentos para atividade física, mesa de jogos, bancos de jardim e horta elevada.
As prefeituras são encarregadas de indicar os beneficiários, doar terrenos para a construção das unidades e gerenciar e manter os empreendimentos após a conclusão das obras.
Os moradores estão isentos de taxas de ocupação e contas de água e luz, uma vez que os imóveis são considerados equipamentos públicos e não propriedade dos beneficiários.
Em todo o estado, está prevista a construção de 43.648 novas moradias, com um investimento total de R$ 5,26 bilhões, entre contratações diretas e subsídios para a iniciativa privada.
A Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (SDUH) e a CDHU estabeleceram critérios para priorizar os municípios no atendimento habitacional, levando em consideração dados como o Índice de Desenvolvimento Urbano (IDH) e o número de domicílios em áreas de risco.


